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27/07/2014

Arte, Coleção & Investimento
SÃO PAULO-ARTE/FOTO 2014


 Galeria Millan, São Paulo [SP-Arte/Foto/2013; foto: Denise Andrade]
Entre os dias 21 e 24 de agosto o JK Iguatemi receberá mais uma edição da SP-Arte/Foto, considerada a maior feira dedicada à fotografia na América Latina. A edição de 2014 contará com a participação de 29 galerias brasileiras, quatro a mais em relação à edição de 2013.
Consolidada no calendário nacional dos grandes eventos de arte, a SP-Arte/Foto traz obras de artistas nacionais e internacionais, que refletem a força do segmento no cenário das artes e representam o melhor da fotografia moderna e contemporânea, além de obras de estilo vintage. Estão confirmadas uma individual de João Castilho e um trabalho de Hildegard Rosenthal, considerada uma pioneira do fotojornalismo no Brasil.
“A oitava edição da SP-Arte/Foto mostra a importância cada vez maior da fotografia no mercado de arte, fruto do interesse do público e de profissionais do meio em criar e divulgar obras de qualidade e relevância artística”, diz Fernanda Feitosa, criadora e diretora da SP-Arte/Foto. 
Durante o evento, haverá uma programação de palestras e lançamento de livros, que serão divulgados em breve. Com entrada gratuita, a SP-Arte/Foto 2014 espera bater novamente o recorde de público, que atingiu o número de 12 mil visitantes no último ano.
Para saber mais sobre as galerias participantes – clique na SP-Arte

 Informações da SP-Arte.

27/06/2013

Paul MCcarthy apresenta releitura polêmica da branca de neve no paek avenue armory

Instalação do Park Avenue

Em cinco anos, desde que se tornou um salão de exposições de arte contemporânea, o Park Avenue Armory ajudou a realizar inúmeros projetos gigantescos e difíceis. Nada comparado, até agora, com a proposta de Paul McCarthy, considerado um dos mais provocativos e influentes representantes da arte internacional da atualidade.
Inspirando-se no conto de fadas alemão do século XIX e em sua exploração contínua dos mitos e ícones americanos, McCarthy apresenta sua versão da Branca de Neve. "WS" é uma instalação monumental que entrelaça uma floresta encantada e uma casa à projeções de vídeo, onde os visitantes mergulham em um mundo de fantasia e depravação.

O projeto ambicioso ocupa 55 mil metros quadrados e a visitação é proibida para menores de 17 anos. Já na entrada se ouve uma cacofonia de sons sinistros: grunhidos, suspiros e ecos arrepiantes. Nas paredes, cenas abundantes de nudez, anões dementes e quadros psicossexuais grotescos, onde o próprio artista interpreta o personagem "Walt Paul" - uma paródia e caricatura do mestre da Disney.
Ocupando o coração da floresta encantada está a recriação da casa da infância de McCarthy, cujo interior está repleto de coisas sujas, roupas rasgadas, além de uma figura feminina em tamanho natural, nua e esparramada no chão, com a boca suja de um líquido marrom.

Assim como em trabalhos anteriores, o artista aborda os temas obscuros e profundamente humanos, como o corpo, a repressão social e o consumismo, o sexo, a morte, os sonhos e os delírios. Comparado ao mundo de McCarthy, a arte contemporânea pode parecer puritana e um tanto higiênica. E mesmo para aqueles já familiarizados com as obras do artista, "WS" é a prova de que o trabalho de McCarthy ainda pode deixá-los um pouco abalados. - Com informações do The New York Times, ArtInfo e ArtDaily.

12/06/2013

Artes:

ANDAR NA CHUVA SEM SE MOLHAR: A EXPERIÊNCIA DESLUMBRANTE DA RAIN ROOM, NO MOMA

Parece irônico que centenas de pessoas esperem em uma fila, em um dia ensolarado de Nova York, para ser pego por uma chuva torrencial. Mas a Rain Room não se limita a isso. A recente instalação do Museum of Modern Art permite aos visitantes andar sob uma tempestade sem nunca se molhar.
A experiência faz parte do "EXPO 1: New York", programa de verão do Museu que explora os grandes desafios ambientais enfrentados na atualidade. E a Rain Room é um ambiente interativo que permite aos visitantes explorar suas sensações ao poder controlar a chuva. Entrar na sala é como entrar sob um imenso chuveiro na escuridão, mas basta um passo para que a queda dos pingos cesse. É possível explorar todo o ambiente sem que nenhum pingo lhe atinja.

Projetada pelos ingleses da Random International, o segredo da Rain Room está em sensores 3D instalados no ambiente. Embora não sejam revelados maiores detalhes, se sabe que os sensores reconhecem movimentos e corpos humanos, fazendo com que a chuva seja interrompida sobre as pessoas assim que elas são detectadas, em um raio de cinco metros. É por isso que a visitação na sala é limitada a 10 visitantes: se a sala lotar, a chuva para completamente.

Claro que o sistema não é infalível: se o visitante se mover rápido demais dentro dela, não permite que os sensores detectem sua presença a tempo e a chuva, obviamente, o atinge. Mas um passeio tranquilo pela sala oferece a sensação de comandar o clima, em uma experiência surreal, estranha e bela - tudo ao mesmo tempo.

A instalação permanece no MoMA até 28 de julho, mas esteja preparado para enfrentar as filas. Quem chega primeiro garante seu lugar, porém não há limite de tempo para usufruir da experiência – então você pode ter que esperar algumas horas até conseguir entrar na sala mágica. Fonte: Com informações do MoMA, Digital Trends e Huffpost

23/05/2013

A artista Paulistana Jac Leirner expõe em Londres

JAC LEIRNER EXPÕE NOVOS TRABALHOS NA WHITE CUBE EM LONDRES

Jac Leirner, Big 38, 2013. Metal, plastico, madeira e plexiglass, 104.2 x 300 cm
 A artista paulistana, conhecida por suas obras minimalistas feitas com produtos descartáveis, está em cartaz na White Cube da Mason's Yard com a exposição "Hardware Silk", a primeira individual da artista em Londres.
O título da mostra deriva da característica de Leirner em acumular objetos cotidianos e comuns e transformá-los em matéria-prima de suas obras - como correntes, parafusos, réguas, mosquetões coloridos e prumos. A artista adota um rigor formal  estético na maneira como coleta, organiza e monta suas obras, evidente nesta exposição, que inclui esculturas em relevo nas paredes, aquarelas e uma única instalação, de 19 metros de comprimento, que divide o chão da galeria.
Leirner despontou no cenário internacional na década de 90, graças a sua participação na Documenta (1992), na exposição “Sense and Sensibility: Women Artists and Minimalism in the Nineties” no MoMA (1994) e na 47ª Bienal de Veneza (1997).
A mostra permanece em cartaz até o dia 6 de julho.-  Imperdível essa exposição.
 Fonte:  O Globo, All Art News e AMA

02/05/2013

“30 x Bienal


A partir de setembro, a Fundação Bienal sedia “30 x Bienal – Transformações na Arte Brasileira da 1ª à 30ª Edição”. Coube ao curador Paulo Venancio Filho selecionar 108 artistas brasileiros, dentre os 5 mil que participaram desde a primeira edição da Bienal, em 1951, até a última, em 2012. Ao todo, 250 obras estarão na mostra.
Segundo Venancio Filho, ao longo destes 60 anos de existência a Bienal tornou-se um dos elementos estruturantes da arte brasileira. Foi esta relação entre as duas trajetórias o elemento determinando na escolha dos artistas e obras presentes na exposição, dividida em quatro eixos temáticos: o abstracionismo geométrico e o concretismo, a arte pop, a produção da geração dos anos 1970 e o retorno à pintura e contemporaneidade.
A exposição ainda apresentará os cartazes das 30 bienais, além de registros documentais e fotográficos do arquivo da instituição, o mais importante acervo documental latino-americano no que se refere às artes moderna e contemporânea.
30 × bienal - Transformações na arte brasileira da 1ª à 30ª edição
De 19 de setembro a 8 de dezembro, no prédio da Fundação Bienal de São Paulo
Com informações da Fundação Bienal, Folha de S. Paulo e O Globo

08/01/2013

A Arte de Antonio Spinosa


Nascido em 1963, no Ceará, Antonio Spinosa manifestou seu interesse pelo desenho quando tinha apenas sete anos de idade. Hoje seu talento é reconhecido em toda América Latina, com obras expostas em diversos museus. Conheça a criatividade desse artista com as esculturas em aço carbono.
 São criações que levantam discussões contemporâneas em relação às formas e padrões das esculturas, propondo peças sem volumes que exploram a simplicidade dos sentidos, movimentos e entrelaces. As obras fogem do conceito de que uma escultura é uma forma volumétrica e podem ser deitadas no chão ou suspensas no ar. Além disso, elas oferecem inspirações orgânicas e modernas ao ambiente, agregando criatividade para as decorações. Confira e surpreenda-se!



Fonte: Reprodução Westing.com.br

26/09/2012

A Arte de Carl Larsson


Biografia
Carl Larsson nasceu em Gamla Stan, uma antiga região de Estocolmo, em 28 de maio de 1853. Sua família era muito pobre e Carl cresceu em tristes circunstâncias. O único brilho de esperança era seu forte talento artístico, que apareceu mais tarde em sua vida. Quando ele tinha treze anos seu professor o convenceu a tentar uma vaga na Principskolan, um departamento temporário da Academia de Arte. Durante os primeiros anos na Principskolan, Carl encontrou dificuldade de adaptação. Seu senso de inferioridade social o fez sentir um estranho. Mas quando tinha dezesseis anos, ele foi transferido para uma escola antiga, o mais simples departamento da Academia de Arte. Ele começou a sentir-se mais confiante e não demorou para que se tornasse uma das figuras centrais do círculo de estudantes.
Depois da Academia de Arte, Carl trabalhou na ilustração de livros, revistas e jornais diários. Ele também gastou muitos anos em Paris onde tentou se manter como um artista, mas apesar de todo o seu duro trabalho nunca encontrou sucesso. A reviravolta veio em 1882 quando ele se mudou para Grez, uma colônia escandinava de artistas fora de Paris. E foi lá que ele conheceu sua futura esposa Karin Bergöö e onde houve uma transformação artística, depois de abandonar suas pretensões de pintura a óleo em favor da aquarela – uma mudança de sorte que significaria em partes no seu desenvolvimento artístico. E foi em Grez que ele pintou algum de seus trabalhos mais significantes.
Carl e Karin se casaram em 1883 e tiveram oito filhos (um deles morreu com dois meses). Karin e seus filhos tornaram-se rapidamente os modelos favoritos de Carl.
O pai de Karin, Adolf Bergöö, deu a casa Lilla Hyttnäs para Carl e Karin em 1888. O minúsculo chalé de madeira, que foi construído em 1837, tornou-se o centro artístico do pintor. Lilla Hyttnäs, localizado emSundborn, manteve-se na família Larsson por gerações é agora administrada pela família legítima de Carl e Karin Larsson.

Galeria
Larsson ficou famoso por suas pinturas em aquarela, especialmente a coleção de 26 aquarelas encontradas em seu livro Ett Hem (Uma Casa) de 1899, as 32 em seu livro Larssons (Os Larssons) de 1902, e as 31 em seu livro Åt solsidan (O Lado Ensolarado) – todos eles ilustrando a vida simples do campo de sua família e tendo uma enorme influência no design de interior sueco para as gerações seguintes. A seguir algumas dessas aquarelas da coleção Ett Hem:




21/06/2012

Falando de Arte / VIK MUNIZ

O ARTISTA BRASILEIRO VIK MUNIZ CONVIDA O PÚBLICO A REPLICAR A PAISAGEM DA BAÍA DA GUANABARA USANDO MATERIAS RECLICÁVEIS.

O artista brasileiro Vik Muniz posa para uma foto com sua obra. Ele utiliza materiais reclicáveis como: garrafas pet, sacolas plásticas, latas de cerveja e refrigerantes e embalagens de leite.


O artista brasileiro Vik Muniz assinará a obra 'Paisagem', transformando lixo em arte ao produzir uma tela de 25 metros de largura inspirada em uma foto da Baía de Guanabara vista do Mirante Santa Marta. Os cariocas e visitantes poderão ajudar o artista, doando materiais recicláveis limpos, como garrafas plásticas e latas de alumínio, que deverão ser levados à tenda onde será produzida a obra, que fica em um estande entre o Museu de Arte Moderna (MAM) e o aeroporto Santos Dumont.


O projeto que abriu as suas portas na sexta-feira revelou-se um sucesso entre os visitantes para a "Cúpula do Povo", evento Rio +20, um fórum aberto para o público sobre o meio ambiente. Fonte: Artdaily