Elas sempre estiveram na moda, mas as atrizes e
estilistas gêmeas Mary Kate e Ashley Olsen agora estão na capa da revista
"Vogue", ilustrando a última edição sobre as personalidades mais
bem-vestidas.
A edição amplamente lida, que foi lançada nesta
quinta-feira e chega às bancas norte-americanas em 15 de novembro, foca em nove
destaques entre irmãs famosas, desde a realeza britânica, representada pela
duquesa de Cambridge, Kate Middleton, e sua irmã Pippa, até as
cantoras-celebridades Beyoncé e Solange Knowles. Também recebeu menção especial na revista o quarteto francês Courtin-Clarin, netas do fundador da empresa de cosméticos Clarins -
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"Tem sido um ano de irmãs, as mais famosas
sendo Catherine e Pippa Middleton", disse à Reuters Mark Holgate, diretor
e editor de notícias de moda da Vogue na edição sobre as mais bem-vestidas.
Holgate disse que as Middletons deveriam receber o
crédito por conseguirem difundir seu próprio comprimento de vestido:
"curto o suficiente para que seja impossível o uso por membros reais da
antiga geração, comprido o suficiente para ser decente quando se sentam ou se
abaixam para falar com uma criança."
Mas foram as gêmeas Olsen --que conquistaram a fama
como estrelas infantis na TV norte-americana e fundaram, na fase adulta, duas
grifes de luxo-- que foram escolhidas para a prestigiosa capa da revista.
Holgate disse que a escolha foi "muito
óbvia".
"Existem irmãs mais chiques, estilosas e
originais do que Mary Kate e Ashley Olsen? Elas são incrivelmente
estilosas", disse ele sobre as gêmeas.
O fato de elas terem aparecido na lista das mais
mal-vestidas no passado, inclusive em um ranking anual do falecido crítico da
moda Mr. Blackwell, é, na verdade, uma coisa positiva, segundo Holgate.
"Elas acertam muitas vezes e muitas vezes elas
não acertam. Isso é ótimo porque mostra que são as mãos delas escolhendo o guarda-roupas",
explicou. "Elas não têm alguém dizendo 'Isso é legal, isso não é, isso é o
que você deveria estar usando". Vem de dentro delas, é instintivo." Jacques Courtin-Clarin. DA REUTERS, EM NOVA YORK
